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O vendedor de emoções, a gruta do Ali Babá e nós!

Por Jornal domingo
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O futebol, está visto, mexe com tudo, até com a animália política do lucro excessivo, como se viu no último Campeonato do Mundo, onde o ecossistema da bola mais indígena foi invadido por misantropos, empreendedores da política orientada para o ganho, para a renda própria, como Donald Trump, agraciado por Gianni Infantino, no intermédio de mais um ataque dos Estados Unidos ao Irão, com o Prémio da Paz da FIFA!

Tal como o seu antepassado, o presidente da FIFA parece ter descoberto que o futebol é, afinal, uma gruta do Ali Babá, onde todos os tesouros podem ser afanados, incluindo despojar de emoção os pobres aficcionados como Bula-Bula. Joseph Blatter, economista suíço, andou a abotoar-se com os milhões do futebol, da forma mais descarada e indecente, protagonista dos maiores escândalos de corrupção.

Gianni Infantino, advogado suíço-italiano, está a introduzir cifrões à emoção, outras métricas de cálculo, que por sua vontade não corria a rodos nos estádios e nos relvados, mas passariam pelas telas gigantes da Wall Street, o símbolo do capitalismo global, o centro financeiro mundial onde as comoções dos adeptos, como Bula-Bula, passariam a ser cotadas em bolsa, tal como defendia o seu plano para criar uma empresa com investidores privados, de 20 mil milhões de dólares, para gerir os mundiais de futebol!

Bula-Bula acha que estes apetites mercantis do advogado transalpino, que nasceu em Briga, uma localidade do cantão suíço de Valais, exacerbam os cantares da sustentabilidade que os futebóis, sobretudo o nosso, precisam para se tornarem negócio, suportável, financeiramente regenerativo, com parcerias, mas sem perda de alma, sem mesmo e sobretudo precisarem de a vender ao Diabo.Leia mais…

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