Familiares, dirigentes do Estado, colegas de profissão e amigos caracterizam o jornalista José Sixpence, assessor de imprensa do Primeiro-Ministro, falecido subitamente a 6 de Junho corrente, como tendo sido um patriota que soube usar o jornalismo para o desenvolvimento do país, no advento da democracia multipartidária.
No velório realizado no Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, cuja sala ficou completamente lotada, assim como no Cemitério da Texlom, na Matola, onde repousam os restos mortais, foi notória a angústia da moldura humana que para lá se deslocou para prestar o último adeus a “Six”, como carinhosamente era tratado pelos colegas.
No seu elogio fúnebre, a Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, destacou que o malogrado foi uma figura que consentiu sacrifícios para realizar com lealdade as suas actividades profissionais em prol da consolidação do Estado, tanto como jornalista, assim como assessor de imprensa do Primeiro-Ministro.
“Foi um servidor público por excelência, sacrificou e abdicou muitas vezes do convívio familiar e de amigos para trabalhar na proposta de soluções para fazer face aos vários desafios que o país conheceu, como foram, por exemplo, os períodos críticos relacionados com as ‘dívidas não declaradas’, calamidades naturais, em particular, os ciclones Idai e Kenneth, em 2019”, afirma.Leia mais…



