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Gás canalizado chega às residências a meio-gás

Por Idnórcio Muchanga
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O gás natural canalizado tem chegado às famílias a meio-gás, desde o início da implementação do projecto em 2018. Em causa está a falta de fundos para a expansão da iniciativa de modo a abranger mais moçambicanos. Na cidade de Maputo, o programa começou no bairro de Aeroporto “A”, com apenas 50 famílias, número que foi aumentando a cada ano e abrangendo outras zonas como Coop e Triunfo.

Actualmente, estão em execução trabalhos para a ligação de gás natural doméstico a 200 residências. Até ao fim deste ano, espera-se atingir um total de 850 famílias na capital do país. Embora tenha começado com um número limitado de famílias, o projecto prevê a cada ano beneficiar 200 residências, no âmbito do Plano Económico Social e Orçamento do Estado (PESOE), a título de responsabilidade social da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), uma vez que há falta de financiamento privado para se abranger mais bairros.

A escolha das zonas beneficiárias de canalização fica à mercê da empresa subsidiária, mediante o ordenamento territorial e dos recursos disponíveis.

Em bairros de difícil acesso, como Maxaquene, Urbanização, Polana-Caniço, entre outros, o custo de instalação do gasoduto é elevado. A título de exemplo, para se proceder à ligação de gás na residência, numa zona urbana, são necessários cerca de 126 mil Meticais, dependendo do solo e do ordenamento territorial.

domingo apurou que, até ao momento, já forma investidos no projecto um total de seis milhões de gigajoules de gás, dos quais 5,8 milhões foram gastos pela empresa Electricidade de Moçambique (EDM), para a produção de energia eléctrica e distribuição na cidade de Maputo destinando-se, o remanescente, à indústria, hotéis, hospitais, comércio, transporte e consumo doméstico.  Leia mais…

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