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Chapo defende Moçambique cada vez mais próspero, justo e pacífico

Por Jornal domingo
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“Que o amor à pátria seja mais forte do que o egoísmo. Que haja empatia no povo moçambicano, sobretudo com o sofrimento do nosso povo. Que a esperança seja mais forte do que o medo. Que a unidade nacional seja mais forte do que a divisão. E que, juntos, saibamos transformar Moçambique numa nação cada vez mais próspera, justa, pacífica e respeitada no concerto das nações”.

Esta é uma das exortações do Presidente da República, Daniel Chapo, por ocasião das celebrações dos 51 anos da Independência Nacional, assinalados sob o lema: “Celebremos 25 de Junho: Paz como condição essencial para o progresso nacional”, destacando a importância da paz, unidade e coesão como pilares para a construção de um Moçambique cada vez mais próspero.

“Neste 25 de Junho, façamos um pacto nacional de trabalho, unidade e patriotismo e que cada cidadão pergunte a si mesmo: “O que eu posso fazer por Moçambique, este meu país?”, apelou.

Para o Presidente da República, o futuro do país não será construído apenas pelo Governo, Parlamento ou ainda pelo Judiciário.

“Será construído por todos nós: trabalhadores, operários, camponeses, empresários, professores, enfermeiros, jovens, mulheres, líderes religiosos, artistas, polícias, militares, funcionários e agentes públicos e por cada moçambicano, independentemente da sua cor, raça, religião, filiação política, origem étnica e de onde quer que se encontre a viver”.

Defendeu a necessidade de se aprimorar a cultura de tolerância, o respeito mútuo e a convivência pacífica como valores permanentes da democracia.

“Os desafios que enfrentamos são demasiado grandes para desperdiçarmos energia e tempo em divisões internas como um povo”. Para o estadista, há necessidade de os moçambicanos caminharem juntos, unir inteligências, vontades e capacidades.

“Precisamos, acima de tudo, de compreender que o adversário do povo moçambicano não é o próprio moçambicano. Estamos claros que o nosso verdadeiro adversário é a pobreza, o desemprego, a corrupção, o extremismo violento, o atraso económico e a resignação perante os problemas”.  Leia mais…

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