Uma vez mais, a companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) está metida em barulho judicial. Desta vez, há uma nova franja de gestores que ocupavam cargos de direcção a responder em juízo, devido a alegados desvios de somas avultadas de dinheiro.
No debate preliminar, ocorrido na terça-feira passada, na Secção de Instrução Criminal, a discussão subiu de tom entre a defesa e o Ministério Público (MP), o que serviu de aperitivo para um clima quente durante a audiência de discussão e julgamento.
O “bate boca” subiu de tom, com os advogados a mostrarem desconforto pela “nega” que levaram do tribunal. O juiz de instrução indiferiu pedidos e as reclamações apresentadas não foram diferidas com a celeridade que seria de desejar pelos proponentes.
Inconformada, a defesa decidiu subir o tom retorquindo com tal sonoridade que vai forçar a leituras mais afuniladas sobre o conteúdo do processo.
A defesa de Hilário Tembe considera ser fundamental anexar nos autos o relatório preliminar de auditoria de regularidade, produzido pelo Tribunal Administrativo, referente às contas de gerência de 2021 a 2024. Vai ser preciso analisar ao pormenor o documento, visto que tem 173 páginas. Leia mais…



