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ELEIÇÃO PRESIDENCIAL: São Tomé e Príncipe vota sob o signo de mudança

Por Jornal domingo
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As eleições presidenciais marcadas para o dia de hoje, nas ilhas maravilhosas de São Tomé e Príncipe, vão decorrer sob o signo de mudanças e de esperança por melhores condições de vida naquele país insular, situado no golfo de Guiné.

Presentemente, com um rendimento “per capita” ainda considerado insuficiente para alavancar a economia do país, serão 142.911 eleitores, dos mais de 210 mil habitantes, que têm a oportunidade de decidir pela viragem de toda uma nação onde mais se reclama da falta de condições de vida, mas, ao mesmo tempo, não se consegue ver a economia a registar crescimento em termos exponenciais.

O turismo é considerado um dos maiores activos para a economia santomense, contudo, este sector estratégico teima em não alcançar os resultados desejados para o bem de uma humilde nação cercada pelas águas do Oceano Atlântico.

Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.911 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe, 21.241 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa e 5324 em quatro nações de África.

CANDIDATOS

Na corrida, de um lado está Carlos Vila Nova, de 66 anos, empresário e actual Presidente da República. Eleito em 2021 com o apoio da Acção Democrática Independente (ADI), sendo agora candidato independente, depois de se afastar da direcção do partido que o levou ao poder. Leia mais…

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