Após a desaceleração registada na actividade económica durante o primeiro trimestre, o sector empresarial prevê uma recuperação gradual no segundo trimestre de 2026. Esta expectativa é sustentada pela estabilização do ambiente macroeconómico, retoma progressiva das actividades produtivas nas regiões afectadas por eventos climáticos extremos e pela aprovação de leis consideradas estratégicas para a melhoria do ambiente de negócios.
Apesar deste cenário encorajador, muitas empresas continuam em reconstrução e reorganização das suas operações na sequência das cheias que afectaram várias regiões do país no início do ano. Paralelamente, os efeitos residuais das manifestações ocorridas em 2024 continuam a afectar diversos sectores da economia nacional.
Estes dados foram apresentados, na semana passada, em Maputo, durante o briefing económico sobre a dinâmica de negócio no primeiro trimestre de 2026 e análise da conjuntura actual. Na ocasião, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) reconheceu que persistem desafio significativos relacionados com o acesso ao financiamento, a inflação, a disponibilidade de divisas e a produtividade empresarial.
Ainda assim, considera que a implementação de reformas estruturais poderá contribuir para dinamizar o investimento privado e criar condições mais favoráveis à actividade empresarial. Leia mais…



