Depois de uma tentativa falhada para ter acesso a um relatório de auditoria interna nas Linhas Aéreas de Moçambique, a CDD parece que vai recorrer ao Provedor de Justiça para o conseguir.
Bula-Bula estranha esta teimosia e acha que Adriano Nuvunga não devia usar o Centro para a Democracia e Direitos Humanos para esquadrinhar a instituição, escarafunchar relatórios e documentos só porque a companhia aérea em causa não lhe serviu um banquete e, em vez, uns modestos biscoitos numa dessas muitas viagens do ilustre Professor. O vídeo do destrato, de tamanho maltrato a egrégia figura, foi posto a circular pelo próprio e Bula-Bula até ficou escandalizado.
Como puderam as LAM não terem servido ao excelso passageiro, nesse entrementes de um voo apressado e curto, um Caviar Almas, aquelas ovas de esturjão albino, seguidas de uma perna de borrego toda borboleteada, tudo isto regado por uma variada selecção de vinhos? Como puderam as LAM? Sobre o relatório tão apetecido pelo Professor, Bula-Bula também pensa como as LAM: são um instrumento de gestão de uso interno que, sendo interceptado, deverá ter cunho judicial…


