Nasceram depois de Moçambique conquistar a independência. São uma geração que não viveu o jugo colonial português, mas cresceu a ouvir as histórias de uma juventude que ousou sonhar com um país livre e fez da unidade, patriotismo e do espírito de sacrifício as armas para alcançar a liberdade.
Hoje, dizem que lhes cabe dar continuidade ao legado dos combatentes e contribuir para consolidar a unidade nacional, dignidade económica e construção de um país mais próspero,inclusivo e desenvolvido.
No âmbito das celebrações dos 51 anos da Independência Nacional, assinalados na quinta-feira, domingo conversou com alguns jovens sobre o legado deixado pelos libertadores e os desafios que se impõem à sua geração.
Entre o orgulho pela história do país e as inquietações do presente, os entrevistados reconhecem que valores como a unidade nacional, patriotismo, honestidade, solidariedade e o espírito de sacrifício continuam a ser fundamentais para o desenvolvimento de Moçambique.
Contudo, defendem que manter vivo esse legado exige mais do que o compromisso dauventude: “requer igualdade de oportunidades, emprego, educação qualificada, apoio ao empreendedorismo e instituições capazes de criar condições para que os jovens participem, de forma plena, na construção de um país mais próspero”. Leia mais…



