- consideram analistas entrevistados pelo domingo
A XI Conferência Nacional de Quadros da Frelimo (CNQ) e a IV Sessão Extraordinária do Comité Central (CC), que decorreram recentemente na cidade de Chimoio, província de Manica, inauguraram uma “Nova era” na construção de Moçambique, cujo sucesso depende da implementação das decisões, mas sem ruptura com os ideais e valores fundacionais do partido.
Quem assim o diz são os analistas políticos Inácio Noa e Arsénio Cuco, entrevistados pelo domingo a propósito daquelas duas importantes reuniões.
Ambos consideram que o discurso do presidente da Frelimo, Daniel Chapo, no encerramento dos dois eventos, mormente, ao combate à corrupção, o lambebotismo, tráfico de influência, ganância pelo poder, sinaliza a sua determinação na eliminação destes males e a restauração da esperança dos moçambicanos, rumo à independência económica.
CHAPO MEXEU COM ALGUMAS “FERIDAS”
Na leitura de Noa Inácio, o discurso de Daniel Chapo no encerramento das duas reuniões não deve ser lido apenas como mais uma declaração de orientação interna da Frelimo.
No seu entender, o presidente do partido mexeu em algumas das principais “feridas” que contribuíram para o afastamento entre a organização e a sociedade: o distanciamento dos dirigentes, arrogância, nepotismo, a luta interna por cargos e a falta de valorização do mérito. Leia mais…


