A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, dirigiu hoje a 1.ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Acção Social (CNAS), a qual aprovou a Estratégia Nacional de Educação Pré-Escolar visando expandir a educação pré-escolar e reforçar a proteção das crianças e idosos em situação de vulnerabilidade, a ser submetida ao Conselho de Ministros.
Trata-se de instrumentos estratégicos daquilo que são as preocupações destas camadas sociais, assim como as propostas de solução.
Intervindo na ocasião, Maria Benvinda Levi destacou que mais do que apresentar propostas de solução, “trabalhemos de forma coordenada, articulada, porque os problemas destes grupos vulneráveis não se resolvem com a intervenção apenas de um de nós, resolvem-se se todos nós trabalharmos em conjunto, cada um na sua parte. Pensemos numa criança ou num idoso, mas também em qualquer grupo vulnerável”.
Maria Benvinda Levi considerou histórica a realização da primeira reunião do Conselho Nacional de Acção Social, criado em 2015, sublinhando que o combate aos problemas dos grupos vulneráveis exige uma intervenção coordenada de todos os setores. Por seu turno, Nguma Geraldo, diretor Nacional de Acção Social destacou que a reunião deu parecer favorável a dois instrumentos considerados fundamentais para o reforço da protecção social no país.
“Importa realçar dois aspectos achados de maior relevância e que mereceram aprovação por este órgão e, por conta disso, a autorização para seguir passos subsequentes, sobretudo para aprovação pelo Conselho de Ministros”, explicou.
Acrescentou tratar-se da Estratégia Nacional de Educação Pré-Escolar a vigorar até 2035 orçada em cerca de 22 mil milhões de Meticais, virada para atender as crianças de 1 aos 5 anos de idade.


