O terceiro dia do Festival Nacional da Cultura (FNC) teve como destaque o lançamento de obras literárias, na Universidade UNIPÚNGUE, no período da tarde.
Trata-se dos livros: “Sobre Línguas de Tete – Ungagoma Ungoniwa, Mphumo Salota”, do escritor Rufino Alfredo; “Mataram o Nosso Chefe”, de Vitorino Ubisse, por Alberto Mathe; “Sequelas”, de Euse Patrício, por Jeconias Mocumbe; A saga da Estrela, Championde Makuda Pinho; e “A Sua Mente é Sua Maior Riqueza”, de Zainabo Aníbal.
Nas proximidades do Campo Whisky, num dos centros de acomodação dos artistas, danças tradicionais maioritarimente de Tete tomaram conta do espaço, sendo o Nyau a performance que mais agitou os espectadores. Em simultâneo no Campo Desportivo de Tete, o Mapiko, de Cabo Delgado, Muyaya de Nampula, Xigubo de Maputo, entre outras foram os destaques do dia.
Pelo Pavilhão Municipal, a feira de artesanato e moda continuam a atrair visitantes de diferentes origens, como é o caso de Faruk Cassamo, da Província de Sofala, que aterrou em Tete ontem, movido pela paixão pelas artes.
O apreciador afirmou que “vim para ver o que o nosso país tem de melhor e, por acaso está a ser mil maravilhas. Vou levar para Beira muito aprendizado, chicoa e malambe”, disse.
O festival encontra-se na XII edição, decorre em cinco espaços da província de Tete e junta delegações de todas as províncias do país, sob o lema “50 anos Consolidando a Unidade Nacional e a Paz através da Cultura”.




