- afirma Primeira-ministra, Maria Benvinda Levi, na tomada
de posse de novos dirigentes de instituições públicas
“Queremos reforçar, cada vez mais, o papel estratégico do Estado, alinhando-o com o interesse público na gestão de recursos naturais, assim como assegurar que o sector empresarial público e outras instituições da administração indirecta foquem as suas actividades na dinamização da nossa economia e na melhoria das condições de vida dos moçambicanos”.
Esta é uma das dinâmicas que a Primeira-ministra quer ver implementadas pelos novos presidentes do Conselho de Administração do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), Danilo Nanla; Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Rudêncio Morais; e do Fundo de Fomento de Habitação (FFH), Amorim Pery.
A governante, que falava durante a cerimónia de tomada de posse dos novos dirigentes na quinta-feira, em Maputo, afirmou que o país tem vindo a adoptar reformas profundas no sector empresarial e nas instituições da administração indirecta do Estado. Pelo que: “pretende-se, com estas medidas, tornar os sectores estratégicos da nossa economia mais competitivos e virados para o desenvolvimento socioeconómico do nosso país, com o objectivo de lançar os alicerces para a tão almejada soberania económica”.
Frisou que Moçambique precisa de instituições fortes, modernas e capazes de responder aos desafios do presente e do futuro de forma eficiente, transparente, financeiramente sustentável e orientada para resultados que impactem positivamente na vida dos cidadão. Leia mais…



