A fraca demanda no processo de licenciamento de transportadores semi-coletivo de passageiros, vulgo “chapa 100”, dificulta a atribuição do subsídio de combustível. Nesse contexto, o Governo exorta aos “chapeiros” a regularizar as suas licenças de modo a beneficiar dos valores da compensação dos custos das suas operações.
Respondendo a perguntas de jornalistas sobre o assunto, o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, explicou que o subsídio é pago em função de uma lista que se apresenta sobre o consumo que tem sido feito pelos transportadores. “E só nessa base é que se paga o subsídio. Então, seria difícil dizer quanto é que o Governo vai gastar. Eventualmente, será possível dizer daqui a um mês sabermos quanto vai se gastar, daqui a dois meses. Mas aí também teríamos que saber quantos transportadores estarão a ser subsidiados”, disse.
Referiu também que há um sistema de controle e acompanhamento do que é que cada chapeiro consome, “ e depois disso, naturalmente, das confirmações que deverão ser feitas, vai ser paga a factura efectiva necessária para aquilo que se gasta”, garantiu.



