O 7 de Setembro, Dia da Vitória, é também celebrado como o Dia da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN), que este ano completa 38 anos da sua existência. Nesse contexto, a agremiação tem agendado várias actividades de índole sociopolítico cultural, nomeadamente limpeza no Cemitério de Lhanguene, nas campas dos libertadores da pátria, bem assim uma feira multiuso a realizar-se numa data a anunciar, no bairro Militar, na cidade de Maputo.
Segundo o secretário do Comité Nacional para Área de Cooperação e Património Histórico da Luta de Libertação Nacional, Miguel Nkaima, o mês de Setembro é reservado às comemorações do combatente, pelo 7 de Setembro de 1974, Dia dos Acordos de Lusaka (Dia da Vitória) e do 25 de Setembro de 1964, data do início da luta armada.

Miguel Nkaima, que é, igualmente, porta-voz da ACLLN, sublinha que amanhã os combatentes estarão nas cerimónias centrais alusivas às festividades da data, cujos detalhes estão ao nível do Protocolo do Estado, mas que, em princípio, poderão compreender a deposição de uma coroa de flores, no Monumento dos Heróis Moçambicanos, em Maputo, bem assim a comunicação à nação, a ser proferida pelo Presidente da República, Daniel Chapo.
Entretanto, para assinalar as festividades, os combatentes e seus descendentes estão engajados em diversas actividades, entre as quais a divulgação do legado histórico da geração do 25 de Setembro, seu contributo na construção de um país uno e indivisível, cujas atenções, neste momento, estão viradas para a conquista da almejada independência económica, para o bem-estar dos moçambicanos.
Nkaima sublinha que a ACLLN está a levar a cabo a actualização do registo dos membros, cujos dados apontam para mais de 800 inscritos, mas que agora também se pretende obter dados específicos do número dos descendentes. Leia mais…



