Maguiguana Khosa, chefe guerreiro do então império de Gaza, morto há 128 anos durante um combate com os portugueses numa das matas da localidade-se de Mapulanguene, distrito de Magude, província de Maputo, é reconhecido pela sua bravura na resistência até às últimas consequências contra a ocupação colonial no sul do país.
O seu assassinato ocorreu depois de uma longa perseguição pelos portugueses a partir de Gaza, também na zona Sul.
Na localidade de Mapulanguene, as lembranças são feitas através de cerimónias tradicionais e de movimentos culturais e políticos, sendo que o país celebra a 10 de Agosto de cada ano a entrega e valentia daquele homem.
Segundo dados colhidos pelo domingo, Maguiguana, juntamente com a sua família, ficou naquela comunidade cerca de seis meses escondido nos Mulhovos, enquanto se preparava para continuar com a viagem para África do Sul. É a mesma família que mais tarde o traiu, informando aos portugueses que sabia onde se encontrava o guerreiro de que eles procuravam, o que culminou Leia mais…




