- Médicos recomendam distanciamento para prevenção de mortes associadas ao consumo do gás monóxido de carbono
E specialistas em Saúde Pública explicam que os mosquitos usam antenas e outras partes do corpo que contenham células quimiorreceptoras. Trata-se de células que são atraídas pelo cheiro de suor humano e de outras substâncias químicas da pele, além do dióxido de carbono (CO2) presente na nossa respiração. Esses são os factores que antecedem a tão incómoda picada que pode desencadear a malária.
Para se livrar do incómodo causado pelo mosquito, o Homem inventou repelentes, destacando-se entre eles o tão famoso “dragão”. Até onde ele é eficaz e de que forma pode ser prejudicial? Vejamos quais são as respostas que alguns cidadãos da cidade de Maputo nos deram.
Lina José: “Durante muito tempo usei o ‘dragão’ para afastar os mosquitos durante à noite. Era o que eu tinha ao meu alcance. Mas comecei a notar que, sempre que dormia com o ‘dragão’ aceso, acordava constipada. Aquilo tornava- -se cada vez mais frequente, até que comecei a desconfiar que a causa era a fumaça. Parei de usa-lo porque percebi que não é saudável. A gente pensa que está a resolver um problema, mas acaba por criar outro. Acho que devemos recorrer a outros meios mais seguros. O ‘dragão’ faz mal, não aconselho ninguém a usar”. Leia mais…



