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Um pouco por todo o país multiplicam-se exemplos de estradas, pontes, escolas, unidades sanitárias, edifícios públicos e até sistemas de abastecimento de água erguidos recentemente a custos astronómicos e que se desfazem ao primeiro vendaval ou chuva deixando a sociedade perplexa.
Se recentemente a preocupação do Governo e da sociedade residia no abandono de obras públicas por parte dos empreiteiros, hoje a discussão está voltada para os balúrdios que se desembolsa por estes empreendimentos.
TEXTO DE ANGELINA MAHUMANE
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