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Sobre a existência de uma componente militar na Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), Agi Anlawe disse que essa narrativa lhe parecia coerente porque nas reuniões estavam sempre presentes os seus superiores hierárquicos que são militares, mas não viu nada de concreto que ligasse a instituição à actividade militar.
No caso da empresa Moçambique Asset Manangement (MAM), que se dizia que devia construir 18 barcos, a sua ligação com as Forças de Defesa e Segurança (FDS) era o facto de pretender construir e reabilitar bases navais militares.