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O Ministério Público considera ter sido provado em tribunal que os co-réus Armando Ndambi Guebuza, Teófilo Nhangumele e Bruno Langa receberam, em subornos, perto de 50 milhões de dólares americanos do grupo Privinvest.
No entanto, o dinheiro não passou pelo circuito financeiro legal moçambicano, disse Ana Sheila Marrengula.