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Ao ser confrontado com cópias do contrato de fornecimento à Ematum, o réu António Carlos do Rosário não confirmou a sua autenticidade uma vez que, nas suas palavras, faltam assinaturas em algumas páginas.
Conforme argumentou, em determinadas páginas das cópias do contrato que esteve a apreciar faltam assinaturas da parte moçambicana e em outras só constam as do Credit Suisse.
“Uma página está em branco e carece do risco habitual de invalidação para evitar preenchimentos posteriores”, afirmou.