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A declarante esclareceu que quando recebeu do montante da venda do seu imóvel não questionou sobre a origem do dinheiro, porque nunca imaginou que se tratasse de dinheiro problemático.
Disse ainda que foi o réu Renato Matusse que, por saber que a declarante tinha uma conta na Caixa Geral de Depósitos, em Portugal, sugeriu que parte do dinheiro do pagamento do imóvel fosse transferido para o estrangeiro.