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Maria Helena Taipo reitera que a sua missão como ministra era de viabilizar que as actividades inscritas nos programas institucionais e não de executa-las.
“A minha missão era de assegurar que as coisas acontecessem e o resto não cabia a mim”, afirmou perante a insistência do Ministério Público.
Questionada se além da competência administrativa, não cabia a ela a fiscalização das actividades, respondeu que nos 10 anos que foi ministra foi sempre sujeita a inspecção por parte do Tribunal Administrativo, órgão competente para fiscalizar os actos administrativos.