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O declarante Eugénio Matlhaba afirma que o SIMP deveria ter meios como barcos, satélites, aviões e radares que deveriam repassar a informação a um Centro de Comando e Controlo para o seu processamento e passos subsequentes.
“Tudo o que tinha a ver com o mar ia para o centro marítimo, o que tinha a ver com questões terrestres era canalizado ao departamento respetivo e assim sucessivamente”, explicou para depois acrescentar que por si só a ProIndicus poderia realizar o objecto para o qual foi criado.