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A declarante Isaltina Lucas nega que tenha feito parte do grupo que fez o estudo de viabilidade inicial da ProIndicus na sua componente financeira, desmentindo o réu Cipriano Mutota na sua audição havida em finais de Agosto deste ano.
Isaltina afirma que foi o réu Teófilo Nhangumele quem lhe apresentou o projecto ele que agia a solo, ou seja, sem estar a representar nenhuma entidade.
Disse que o projecto inicial da ProIndicus era de cerca de 350 milhões de dólares e que o contacto que manteve com Teófilo Nhangumele aconteceu por orientação do então ministro das Finanças, Manuel Chang.