129
Joana Matsombe terminou o seu depoimento ao MP dizendo que não foi pressionada directamente, mas tomou conhecimento que houve pressão. “Soube que quando os expedientes saíam de um gabinete para o outro estava alguém fora à espera. Ouvi isso dos colegas”, disse.
Perante a insistência do MP, disse que o falecido administrador António Pinto de Abreu, num certo dia, disse que alguém estaria no corredor à espera de um despacho “e até me convidou a ir ver a pessoa. Mas, como não era do meu interesse, não fui”.