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“Falso desespero” foi a expressão usada pelo Ministério Público para classificar as respostas do réu Bruno Langa na fase de audiência do julgamento do caso das Dívidas não Declaradas.
A magistrada Ana Sheila Marrengula referiu que o réu não conseguiu explicar em interrogatório que tipo de serviço terá prestado ao grupo Prinvinvest para merecer o pagamento que recebeu.
Sabe-se que Langa terá feito parte do esquema devido a sua profunda amizade com Ndambi Guebuza, filho do antigo presidente da república.