Que mal fez a Praça da Juventude?

Circulando por diversos lugares da nossa cidade facilmente notamos que existem pontos que com uma simples restauração podem fazer a diferença e contribuir para melhorar a estética. A Praça da Juventude, no encontro entre os bairros Hulene, Magoanine, Mahotas e Laulane, é de longe um dos pontos que pode beneficiar de uma mudança em termos de sistemas de drenagem, passadeiras para peões, jardinagem, iluminação, pistas para a circulação de viaturas e baías de estacionamento para os transportes públicos.

Sempre que se passa daquele lugar bastante movimentado da capital constata-se um caos em termos de mobilidade onde os automobilistas não respeitam as prioridades, os transeuntes movimentam-se de qualquer maneira e atrapalham o tráfego automóvel, vendedores trabalham próximos de charcos de água e o estacionamento irregular que até se tornou numa virtude. Enfim, tantas são as coisas que nos levam a perguntar que mal a Praça da Juventude está a pagar por ele?

O modelo adoptado para a Praça dos Combatentes, vulgo xikhelene, parece-nos ser o mais recomendável para a entrada do bairro Magoanine-A. Não nos achamos exagerados se entendermos que uma eventual transformação da Praça da Juventude podia ser aliada à tão desejada ampliação da Avenida Julius Nyerere, mais concretamente entre Magoanine e “Xikhelene”. Leia mais...

Por Benjamim Wilson

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