Forjou-se no teatro através do grupo Luarte. Foi em 2001 que abraçou a arte e nunca mais pensou em abandoná-la. Deu vida, desde então, a várias personagens, mas são três as que a marcaram: Ritinha, da peça “Os Meninos de Ninguém”, outrora encarnada por Lucrécia Paco; Marta, “Política do Estômago” (seu primeiro grande desafio); e Rami, da peça “Niketche ‒ Uma história de Poligamia”. E é devido a esta última que o seu nome, Arlete Bombe, se catapultou. 

Mulher de pele escura, sorriso marcante e encatadora, Arlete Bombe nem sempre sonhou ser actriz. A sua primeira paixão foi a dança, não fosse a sua falta de talento para esta arte, certamente que brindava o mundo com os seus bailados.

Hoje, com mais de 17 anos de carreira, diz não se arrepender da arte que Deus reservara para si. “Não vivo mais sem teatro. É o meu porto seguro. O meu refúgio quando tudo ao redor não me compreende. O que me alavanca em momentos de tristeza”, diz. Na peça que lhe traz os primeiros créditos como actriz, “Niketche ‒ Uma história de Poligamia”, inspirada na obra de Paulina Chiziane, Arlete Bombi é a protagonista, uma mulher casada, honesta e dedicada à família, que toma conhecimento da traição do seu cônjuge.

Texto de Maria de lurdes Cossa

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