‒vovó Palmira Matsimbe, 60 anos

Estas coisas do lar são interessantes e, ao mesmo tempo, arrepiantes. Se não vejamos: a vovó Palmira Matsimbe puxa a orelha daquelas mulheres que, inocentemente, colocam a sua vida como um livro aberto e contam os segredos da sua relação a quem consideram “melhor amiga”. Ahh... muito cuidado nessa hora, afinal, “essas mulheres que se fazem de melhor amiga, muitas vezes estão de olho no seu marido. Elas agem com muita calma, sem pressa, quando pretendem roubar o homem da amiga”, alerta a vovó Palmira às leitoras do domingo.

O “modus operandi”, de acordo com a vovó, costuma ser o seguinte: “perguntam sobre o seu marido. E quando este também está interessado, de vez em quando questiona pelo paradeiro da amiga ladra”. E quando estes amantes se acertam, namoram nas barbas da traída, diz a vovó. “Fazem isso sim. Pegam-se, beijam-se naquele momento em que a traída dá voltas pela casa, fazendo limpeza, cuidando das crianças, até mesmo quando se encontra na cozinha a preparar comida para os dois traidores. Vejam que em algumas dessas circunstâncias é o próprio homem que pede que a mulher vá à cozinha preparar alguma coisa, como forma de tirá-la da sala”, acusa a vovó Palmira.

Assim sendo, para afastar estas mulheres que pelos vistos funcionam como verdadeiras cobras, o melhor é “não dar confiança. Não deixem que essas amigas entrem no vosso bolso. A única informação que devem dar, mesmo que não seja verídica, é que os vossos maridos vos amam. Sobre os seus problemas contem apenas a Deus. Somente a Ele. Não digam nem às vossas mães”, remata.  

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