O amor é cego? Tudo indica que não! Se não vejamos: quatro indivíduos residentes na capital do país resolveram regressar às suas origens, de lupas em punho, à busca de tampas perfeitas para as suas panelas, convencidos de que uma parceira encontrada no meio campesino seria a chave para alcançarem a “felicidade” no casamento.

Ao que parece, o verso da célebre canção divinamente interpretada por Rui Veloso, cujo teor enuncia que “não se ama alguém que não ouve a mesma canção”, encaixa-se perfeitamente na intenção de Fabião Madjaque, Amâncio Massuque, Daniel Magumane e MB, iniciais que identificam o quarto homem que conversou com a nossa reportagem. 

 

Entretanto, em primeiro lugar, nos deixámos levar pela estória de vida de Fabião Madjaque, um homem de 67 anos, natural de Gaza, filho de pais pastores, que também desenvolviam a agricultura como actividade para a sua subsistência. De infância foi passada no campo, teve uma educação que considera como tendo sido valorosa e virtuosa. “Os meus pais ensinaram-me a ser um homem trabalhador e honesto; a nunca me interessar por bens alheios”, afirma.

 

Texto de CAROL BANZE

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