Partidos extraparlamentares falam dos planos para 2021

Num ano que, certamente, voltará a ser marcado por incertezas provocadas pela pandemia da covid-19, líderes de partidos políticos extraparlamentares abordados pelo jornal domingo dizem ser difícil traçar planos de trabalho sem saber o que de facto vai acontecer nos próximos meses.

É que, segundo argumentam, muitos dos programas que estavam previstos para o ano passado acabaram por não se concretizar devido à proibição de reuniões e restrições de viagens para dentro e fora de Moçambique.

Pedem que o Estado estabeleça um estatuto da oposição extraparlamentar, como forma de facilitar que esta classe política participe activamente na vida do país, numa altura em que se debatem com a exiguidade de fundos.

Entretanto, alguns dos entrevistados mostram-se optimistas sobre a possibilidade de 2021 ser o ano da resolução, em definitivo, dos focos de instabilidade provocados pelo terrorismo em Cabo Delgado e pelos ataques armados em Manica e Sofala.

No entanto, consideram ser importante colher sensibilidades de outros actores no xadrez político moçambicano e primar-se pelo espírito de reconciliação nacional. 

 

DEVOLVER ESPERANÇA AOS MOÇAMBICANOS

– Yá-Qub Sibindy, PIMO

O presidente do Partido Independente de Moçambique (PIMO), Yá-Qub Sibindy, elegeu como pano de fundo do seu partido para o presente ano a disseminação de mensagens de esperança ao povo moçambicano, trabalho que se pretende seja porta-a-porta.

Sibindy lamenta o facto de não poder contribuir conforme as suas capacidades devido à combinação de diversos factores, sobretudo, o não acolhimento pelos partidos parlamentares das ideias ou propostas de leis dos extraparlamentares. Leia mais...

Texto de Maria de lurdes Cossa

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