DEVIDO À COVID-19, TERRORISMO E ATAQUES NO CENTRO: Muito ficou por ser feito em 2020

Politicamente o ano de 2020 foi marcado por uma fraca actividade dos partidos devido à obrigatoriedade do distanciamento físico, no quadro das medidas de prevenção da propagação do novo coronavírus, não obstante uma e outras realizações.

Exemplo disso é que a Frelimo teve de adiar a sessão do Comité Central que normalmente se realiza nos finais do primeiro ou início do segundo trimestre de cada ano, uma vez que as autoridades da Saúde desaconselharam a concentração de mais de 50 pessoas em quaisquer eventos.

De igual modo, outros partidos com ou sem assento no parlamento tiveram de cancelar muitas actividades, sobretudo por causa das restrições de viagens para dentro e fora do país.

Tirando as restrições impostas pela covid-19, o ano transacto foi marcado pela intensificação dos ataques terroristas nalguns distritos da província de Cabo Delgado, com as Forças de Defesa e Segurança a fazerem de tudo para defender a população, numa altura em que a autoproclamada junta militar da Renamo semeava pânico em certos pontos de Sofala e Manica.

Aliás, a situação militar em Cabo Delgado e no Centro de Moçambique acabou marcando o discurso de investidura do Presidente da República, Filipe Nyusi, para o segundo mandato, a 15 de Janeiro, altura em que frisou que não descansaria enquanto não se devolvesse a tranquilidade para estes pontos. Leia mais...

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