MDM justifica ausência na plenária

A bancada parlamentar do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) chamou a imprensa, hoje, para justificar a sua ausência da sessão do informe do Chefe do Presidente da República sobre estado geral da nação e na cerimónia de encerramento da II Sessão Ordinária havida esta manhã.

Conforme justificou Lutero Simango, a bancada esteve ausente como forma de  protestos contra aquilo que considera de tendência de tornar a política moçambicana bipartidária, excluindo outros partidos e a sociedade civil politicamente não controlada.

Nas suas palavras, esta exclusão é protagonizada pela Frelimo e Renamo no acto de eleição dos novos membros da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

O MDM diz que na eleição dos membros provenientes da sociedade civil a Frelimo e a Renamo usaram a maioria parlamentar e ignoraram que a Assembleia da República é constituída por três bancadas parlamentares.

Mais uma vez os apetites de Bipolarizar a política moçambicana impuseram as suas vontades para composição final da CNE, que deixará de ser um órgão de equilíbrio, de paridade e retirando o voto de qualidade do Presidente da CNE a ser indicado (9 + 7 + 1). Ou seja, foram violados os princípios e garantias do equilíbrio e o espírito de paridade que põem em causa, à partida, a credibilidade e transparência dos processos eleitorais”, afirma Lutero Simango.

 

 

 

 

 

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