Na nossa edição de 19 de Julho de 2020, publicámos, nas páginas 6 e 7, um texto com o título “Divergências na Renamo não devem justificar a guerra”.

No texto em referência, o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, é mal citado, tendo-lhe sido atribuídas palavras que não da sua autoria, no seguinte trecho: “as divergências internas, a insubordinação e falta de coesão no seio da Renamo não devem justificar ataques que causam morte de inocentes, a pilhagem de bens da população e do Estado e a destruição de infra-estruturas públicas...”

Na verdade, dirigindo-se a 200 de um total de 1500 deslocados, Carlos Agostinho do Rosário disse ser injustificada a guerra que continua a ser movida pela junta militar contra a população indefesa e pediu a todos os moçambicanos para condenarem as barbaridades e chamarem à razão os malfeitores fiéis a Mariano Nhongo no sentido de abandonarem a violência e se reintegrarem na sociedade através do processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração (DDR) em curso no país.

O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, em nenhum momento falou das divergências e insubordinação no seio da Renamo, como erradamente escrevemos na semana passada.

Pelo lapso, a Direcção Editorial do semanário domingo apresenta sinceras desculpas ao Primeiro-ministro e aos seus leitores.

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