O líder do Partido Humanitário de Moçambique (PAHUMO), Cornélio Quivela, diz que o ano de 2012 foi bastante produtivo para os militantes desta formação política, na

 medida em que conseguiram a inserção do partido nos postos administrativos, “sobretudo, nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia. Ao longo deste ano, esperamos atingir outros locais tais como: Sofala, Tete e Manica”.

Em relação aos desafios para o presente ano, o líder do PAHUMO apontou para a continuidade destas acções visando a expansão do partido a outras províncias, assim como a identificação dos municípios onde poderão concorrer nas eleições autárquicas deste ano.

“Não vamos a todos os municípios, porque estamos conscientes das dificuldades que iremos encontrar no terreno. Os locais onde vamos concorrer só serão conhecidos nos finais de Março depois da realização da reunião do Conselho Nacional” disse Quivela.

Num breve olhar à situação política durante o ano de 2012, Quivela diz que 2012 esteve “repleto de anedotas”. Destacou as reuniões havidas entre o Governo e o partido Renamo. “Esta foi a principal mancha do ano passado, uma anedota, uma vergonha nacional e demonstração de falta de idoneidade e cultura do Estado. Achei estranho que as duas partes não tenham sabido explicar aos moçambicanos o que é que de facto estavam a tratar. Se estavam a negociar ou a dialogar, ou seja, as duas partes brindaram-nos com anedotas, uma vez que falavam de coisas distintas. Um dizia que estão a negociar e o outro que se tratou de uma auscultação”, disse Quivela.