Os moçambicanos reconhecem o sacrifício e entrega abnegada dos combatentes na luta de libertação nacional. Os feitos dos libertadores da pátria são imensuráveis e não se esgotam em simples depoimentos; há que documentá-los em livros, para que sejam do domínio das novas gerações. Não há melhor preço que pague os sacrifícios consentidos. Estas foram as palavras tecidas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na cidade de Chimoio, Manica, por ocasião do 45º aniversário dos Acordos de Lusaka, que este ano decorrem sob o lema “Combatente Celebrando 45 anos da Vitória, Inspirado nos Ideais de Eduardo Mondlane”, e o Sexto Festival dos Combatentes.

Durante a cerimónia central, que também serviu para condecorar 55 combatentes, cinco de cada província, com a Medalha Veterano da Luta de Libertação Nacional, O Presidente da República afirmou ainda que a identidade e a soberania moçambicanas foram conquistadas graças ao empenho dos combatentes, pelo que há valorizar os seus feitos.

Teceu largos elogios aos combatentes, naquele momento especial que visava recordar a assinatura do acordo que conduziu o país à independência nacional, proclamada a 25 de Junho de 1975, pela Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO). De recordar que este acordo foi assinado pela FRELIMO e governo português, na capital zambiana, Lusaka, após uma guerra que durou 10 anos, no país.

Texto de Domingos Nhaúle 

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