O candidato do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, submeteu esta manhã ao Conselho Constitucional (CC) a sua candidatura à Presidência da República, nas eleições presidenciais de 15 de Outubros.

Dirigindo-se à Imprensa momentos depois de depositar a candidatura, Daviz afirmou que o fazia consciente de estar a exercer o seu dever de cidadania e que estava pronto para ser “instrumento’’ dos moçambicanos no sentido de contribuir com o seu saber, profissionalismo no progresso social, cultural, político e económico do país.

“O fiz porque quero ser instrumento dos moçambicanos para travar a democracia armada e instalar a democracia baseada no Estado do direito, com instituições fortes e prestigiadas onde o cidadão, homem, mulher, jovem, serão o centro da atenção sem discriminação”,frisou.

Acrescentou ser urgente trazer a credibilidade da Assembleia da República que, no seu entender, anda a reboque do Governo e tornar o órgão no centro privilegiado de fiscalização da acção governativa.

“A Constituição da República deve assegurar a transformação do CC em Tribunal Constitucional, existência do Tribunal de Contas, eleição directa dos governadores com os devidos direitos, bem como a fiscalização por parte da Assembleia provincial do Orçamento e seus planos de actividades’’,afirmou.

No seu entender é pertinente a redução dos poderes do Chefe do Estado, nomeadamente, nomeação dos Magistrados Judiciais, Reitores das Universidades públicas, Governador do Banco de Moçambique e administradores das empresas públicas.

Refira-se que este é o segundo cidadão a candidatar-se à Presidência da República, sendo que o primeiro foi Filipe Nyusi, da Frelimo que o fez semana finda

  

 

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