"No muito falar não falta a transgressão, mas o que modera os lábios é prudente"  Pv. 10:19

Por razões óbvias, uma vez mais, elegemos a "Nossa Televisão", a"TVM", para apontar o nosso dedo acusador.  Porque ela, "TVM", é pública, o que significa literalmente que não é propriedade privada, mas sim, coisa mantida em conjunto por muitas pessoas. O funcionamento duma "Coisa Pública"é cheio de regras e detalhes, ou seja os Funcionários e ouAgentes que trabalham para a "Coisa Pública"tratam dos interesses do Povo. Resulta daí claramente que, nós outros como elementos do Povo, não podemos deixar passar nem admitir que hajam Servidores da ouna "Coisa Pública", com atitudes arrogantes como gestual, postura, tom e volume de voz utilizados durante a apresentação dos "Telejornais" ou moderação dos "Debates", que podem eventualmente ser comprometedorasouofensivas. São indivíduos com pouca percepção em relação ao que deve ser falado ou que não pode ser dito, indivíduos com ausência de sensibilidade e discrição, o que  origina muitas Gafes no exercício das suas funções. Vamos directos ao âmago da questão. Os Servidores Públicos devem dispensar a toda gente e especialmente aos Dirigentes Públicos no exercício da função ou não, o tratamento compatível com a dignidade e condições adequadas à sua função. Impõe-se aos Servidores da "Coisa Pública"  a lhaneza, emprego de linguagem escorreita e polida, esmero e disciplina na execução dos serviços. O contrário disso, é fazer papel da "Oposição" dentro da "Coisa Pública". Mais explícitos ainda e, falando concretamente da Televisão de Moçambique, existem bons profissionais  de se lhes tirar chapéu como se costuma dizer. São o nosso orgulho. Mas também os há, (felizmente pouquíssimos), os que não reúnem as condições adequadas ao exercício profissional da "Coisa Pública". Comportam-se inadequadamente. Exemplo: quando um apresentador dum "Telejornal" ou moderador dum "Debate", se apresenta sistematicamente com o nó da gravata virado para o ombro direito ou esquerdo, parecendo uma pessoa distraída, se sentado, gesticula exageradamente, girando-se na cadeira, movimentando a cabeça, a boca, as mãos e enfim mais parecendo um Pastor Protestante que quer demonstrar por gestos aos seus seguidores como Cristo foi crucificado, ou parecendo um nadador completo, e, pior que isso, se na moderação dum debate, transforma-o numa espécie do Tribunal do Santo Ofício da Inquisição, da idade medieval, cortando os seus convidados para dar a entender que só ele é que tem uma opinião válida, isso ferre a nossa sensibilidade. Isso é ser pretensioso. É feio. Pior ainda, quando em pleno debate ele dispara  termos pejorativos como "o Guebuza caiu", como se o Antigo Chefe do Estado tivesse sido seu parceiro num jogo de "Muravarava" ou "Ntxuva", para nós outros isso é gravíssimo. Isso foi dito por um Jornalista da TVM. O Jornalista  de "Coisa Publica" quanto a nós outros, não deve se comportar como um porta-voz da opinião pública e ou duma empresa comercial sem escrúpulos que recorre a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar as suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas. No caso da pessoa em alusão, e, definitivamente, porque se trata de um jovem com um futuro que nos parece poder ser promissor, entendemos que ele precisa de passar pelo crivo da Escola Superior do Jornalismo. Vai a tempo.

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