Sempre que se mostrasse forçoso realizar uma “mhamba” ou “ku phahla”, depois dessa cerimónia, invariavelmente algo de inverosímil acontecia na aldeia. Porque como atrás o dissemos, não se “phahlava” por “phahlar” senão por exemplo quando decorria um mau ano agrícola, resultante da escassez da chuva. 

Aí, logo no fim da cerimónia, os participantes saíam a correr devido ao mau tempo prenunciando a iminência de uma chuva a cântaros. Tentámos ver algo de semelhante a acontecer logo após uma cerimónia de “ku phahla” nos nossos dias: NADA! Sobre o ”lowolo”, que muito boa gente insiste em escrever e pronunciar “lobolo” a uma prática indígena tradicional particularmente no Sul da nossa Pérola do Índico, por associá-lo (o “lowolo”) à cerimónia de esponsais (europeu), que é o nome dado à fase anterior e preparatória do casamento, mais conhecida simplesmente por noivado, vale apenas elaborar um pouco sobre isso. É que uma coisa nada tem a ver com a outra.   Leia mais...

Por Kandiyane Wa Matuva

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