O acidente rodoviário que teve lugar há dias, no distrito da Massinga, envolvendo viaturas da escolta do governador de Inhambane, que ia em visita de trabalho àquela área administrativa por onde passa o paralelo 22 graus Sul, presta-se a considerações que não merecem um assobio ao lado e, por isso, convida a uma reflexão séria entre nós a viver num país onde o índice de sinistralidade rodoviária continua preocupante, assumindo contornos de um problema de saúde pública.

Quando em 2010 publiquei na minha falecida rubrica “EXTRAS”, então no jornal “Notícias”, poucos terão percebido o alcance da questão posta. Pretendia saber se as escolas de condução para condutores das delegações oficiais tinham uma excepção. Queria saber se os sinais de trânsito que regulam o uso das estradas excluíam os usuários das escoltas dos governadores, do Presidente da República e outras entidades que fazem parte do grupo restrito das altas individualidades, que por sinal têm uma repartição policial específica.

O assunto levantou celeuma entre colegas, desde Pemba, de onde o assunto partia, passando por todas as províncias até à redacção central que deu sinais de que, se tivesse sido visto o assunto com algum tempo de antecedência, seria preterido. Leia mais...

Por Pedro Nacuo

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