Quando nos anos 1981/83, cerca de 450 jovens provenientes de todo o país se encontraram em Chibututuíne, distrito da Manhiça, província de Maputo, para se formarem professores para o então ensino secundário, cruzaram-se muitas culturas, ali no vale do Alvor.

Com as diferentes culturas que fazem do nosso país multicolor, vieram também nomes que muitos de nós jamais teríamos ouvido. Sinália era um deles, com o qual era chamada uma menina proveniente de Nkondedzi, região limítrofe entre Moatize e Angónia, distritos de Tete e, por sua vez, com o Malawi, através do posto administrativo respectivo, Zóbuè.

Sinália abraçara o curso de Biologia e cedo chamou atenção aos colegas pelo seu nome nunca ouvido pela maioria, pelo comportamento fundado no respeito pelas suas tradições e inteligente. Nunca se meteu, pelo menos audivelmente, em encrencas com os seus colegas, apesar de brincalhona. Leia mais...

Por Pedro Nacuo

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