“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projectos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.” ‒ PV 6:16:19.

Quem perdeu cedo os seus avôs, ou mesmo os tendo vivos nunca com eles conviveu, jamais saberá o quão é bom e muito valioso beber dos ensinamentos dessa nobre geração. Bem-aventurado sou eu, que desde cedo e durante mais de década e meia de anos, suguei além do próprio leite com o qual elas (uma das minhas avós) alimentaram os meus pais, (pois eu nessa época tinha a idade de uma das minhas tias), passando pelas (ti karingane ni ti thekathekane), que são lendas e narrativas, desembocando nos adágios, máximas populares e ou expressões idiomáticas, alguns dos quais são verdadeiros conselhos. O que acima utilizei como título é um dos “postulados” que desde logo o tomei para “domesticar” o meu estômago, porque eu nasci com uma anomalia congénita, manifestada por um estômago bastante preguiçoso que até hoje tenho de saber escolher o que comer, sobre o risco de imediatamente arcar com as consequências duma refeição mal aceite por ela (meu estômago). Uma das comidas que eu tanto gosto, mas que é um verdadeiro atento à minha estabilidade emocional e não só, é o feijão em todas as suas variedades. 

Leia mais...