Moçambique pode travar a tuberculose

Ivan Manhiça, director do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose, no MISAU, fala ao domingo sobre as principais linhas orientadoras

Para Ivan Manhiça, director do Programa Nacional de Controlo à Tuberculose, eliminar a tuberculose até 2030 não é uma utopia. É uma aspiração que pode ser alcançada com o envolvimento de todos os segmentos da sociedade.

Em entrevista concedida quinta-feira ao domingo, esclarece que o número de pessoas com tuberculose diagnosticada no país duplicou em 5 anos como resultado da melhoria do acesso aos serviços. Ou seja, há cada vez mais pessoas padecendo da doença a serem diagnosticadas e com mais de 90% a serem tratadas com sucesso.

A tuberculose (TB) é uma das 10 principais causas de morte a nível mundial. Antes do surgimento da covid-19, a doença era considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa de morte por um único agente infeccioso (ultrapassando mesmo o HIV/SIDA).

Segundo o entrevistado, em Moçambique a TB é a principal causa de morte nas pessoas vivendo com HIV/SIDA. Estima-se que cerca de 110.000 pessoas tenham contraído a doença em 2019. Em 2020 o sector da saúde diagnosticou e notificou 97.093 casos de TB dos quais 11.850 casos em crianças e 1364 casos de tuberculose multidroga resistente. Leia mais...

TEXTO DE BENTO VENÂNCIO

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