Como nos comportamos?

A escalada do número de casos positivos para a covid-19, desde os primeiros dias deste ano, está relacionada, em grande medida, com a nossa conduta em casa, na via pública, no local de trabalho e noutros lugares.

Que o transporte público não é suficiente para responder à demanda, sobretudo das grandes cidades, incluindo a capital do país, não é novidade. É assim há lustros, apesar do esforço na aquisição de novos autocarros e automotoras, para o caso de Maputo.

No entanto, constrange-me bastante constatar que os transportadores semicolectivos, esquivando-se das regras, excedem em demasia a lotação recomendada para o momento que atravessamos. E os passageiros, por sua vez, perante a falta de alternativas, aceitam serem apinhados como se de mercadoria se tratassem, com todo o risco de se contaminarem uns aos outros.

Fora dos transportes, quem percorre os locais de grande concentração de pessoas - mercados, terminais rodoviários e ferroviários e outros - depreende com facilidade que o distanciamento social e o uso de máscara caíram para o esquecimento, apesar dos constantes apelos do Ministério da Saúde para a observância das medidas de prevenção da covid-19. Leia mais...

Por António Mondlhane

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