Nyusi exorta CNE a privilegiar decisões consensuais

Os membros da Comissão Nacional de Eleições (CNE) devem, na sua actuação, privilegiar decisões consensuais com vista a credibilizar os processos eleitorais no país.

Para tal, terão de se despirem das cores da sua proveniência e agirem como equipa para garantir a boa gestão das eleições em Moçambique, acabado com as desconfianças.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, que fez a exortação ao empossar os 17 membros da CNE, desafiou o novo elenco a acabar com a abertura tardia das assembleias de votos e com divergências entre os boletins de votos nas urnas e os editais fixados da mesa de votação.

A partir de agora não representam um grupo de moçambicanos, mas a nação. No exercício das vossas funções devem pautar pela isenção e guiarem-se pela missão, imparcialidade e valores da instituição que passam a integrar, observou Filipe Nyusi,  apelando ao dialogo constante entre os membros do órgão.

 De igual modo, Filipe Nyusi pediu aos partidos políticos, coligações de partidos políticos, sociedade civil e cidadãos em geral a prestarem a devida colaboração ao órgão de gestão e administração eleitoral.

Os empossados são Carlos Cauio, Rodrigues Timba, Abílio Diruai,, Eugénia Cimpene, António Mauvilo, Fernando Mazanga, Maria Anastácia Xavier, Abílio Fonseca, Alberto Sabe, Barnabé Ncomo, em representação de partidos políticos com assento parlamentar. Da sociedade civil são Alice Banze, Carlos Matsinhe, Daúde Ibramogy, Paulo Cuinica, Salomão Moyane, Rui Cherene e Apolínaria João.

Neste momento a CNE está reunida para eleger o presidente do órgão que segundo a lei deve sair entre os membros propostos pela sociedade civil.

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