INGC monitora efeitos do "Chalane"

Equipas multissectoriais, com destaque para Transportes e Comunicações e Energia, lideradas pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), continuam a trabalhar nas províncias de Sofala, Manica e Zambézia, no sentido de apurar os prejuízos causados pela tempestade “Chalane” que assolou a costa moçambicana na madrugada desta quarta-feira.

A informação foi tornada publica, esta manhã pela directora-geral do INGC, Luísa Meque, depois do Conselho Coordenador do órgão, orientado pelo Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

Na ocasião, Luísa Meque não adiantou o número de pessoas afectadas, nem os estragos provocados deste fenómeno, uma vez que o levantamento ainda decorre.
Luísa Meque disse que a instituição que dirige continuará atento ao fenómeno até passar o período de alerta.

Também foram passados em revista alguns assuntos que têm a ver com a circulação ou não de alguns meios aéreos, ferroviários, marítimos. Viu-se que devemos ter em conta a intensidade da ocorrência do fenómeno e estar atentos e evitarmos nos fazer à estrada enquanto ocorre o fenómeno, referiu. 

A directora geral do INGC apela a população a manter a calma e a continuar atenta às informações que são dadas pelos órgãos competentes.

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