Nenhum elefante abatido em dois anos

Nenhum elefante foi abatido em consequência da caça furtiva entre Março de 2018 e Julho de 2020 no interior da Reserva do Niassa e no Parque Nacional da Gorongosa.

Discursando recentemente na província do Niassa, o Presidente da República, Filipe Nyusi, sublinhou que em muito valeu para este efeito a contribuição da Polícia da República de Moçambique (PRM) na fiscalização.

Até 2014, Moçambique perdia cerca de 1200 elefantes por ano, contra os cerca de 360 registados de 2015 a 2018.

O Censo Nacional do Elefante, realizado em 2014, estimou que, entre 2008 e 2014, o país perdeu cerca de 48 por cento da população de elefantes. Outro levantamento realizado em 2018 indicou que, entre 2014 e 2018, as perdas da população deste paquiderme situaram-se em 10 por cento.

Entre outras medidas que foram tomadas para a conservação, para além do reforço do quadro legal, destaca-se ainda a monitoria de elefantes via satélite, através do uso de colares nas zonas mais propensas ao conflito Homem- -fauna bravia.

A par disso, foi desencadeada a fiscalização aérea e com uso de meios tecnológicos e foram promovidas campanhas de educação ambiental.

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