INQUÉRITO: O que se celebra a 4 de Outubro?

 Hoje, 4 de Outubro, é feriado nacional. O país celebra 28 anos da assinatura do Acordo Geral de Paz (AGP), firmado em 1992, em Roma, na Itália, pelo antigo Presidente da República de Moçambique Joaquim Chissano e pelo falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, marcando o fim de 16 anos de guerra que resultou na morte de cerca de um milhão de pessoas, destruição de infra-estruturas e quase que paralisação da economia. domingo saiu à rua para colher a sensibilidade dos leitores sobre a efeméride.

  Fim do conflito armado

– Rute Joel, estudante

 É o dia em que o antigo Presidente da República Joaquim Chissano e o falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, assinaram o Acordo Geral de Paz. Este acordo significou o fim do conflito armado no nosso país.

 Dia da paz

– Happness Francisco, estudante

 Acho que se comemora o dia da paz. Se não estiver a confundir as datas, foi neste dia que foram assinados os acordos de paz em Lusaka, pelo Presidente Joaquim Chissano e pelo presidente da Renamo Afonso Dhlakama.

 Início da democracia

– José Marques, geólogo

Neste dia celebramos o dia do Acordo de Paz. Foi o momento que marcou o início da democracia no país, onde as pessoas passaram a ter liberdade de expressão que se faz sentir até aos dias de hoje.

 Acordos de Lusaka

– Nhacuane Guambe, estudante

 A 4 de Outubro comemora-se o dia dos Acordos de Lusaka, porque foi o dia em que o nosso presidente Samora Machel assinou em 1972 na República da Zâmbia os Acordos de Lusaka, o que marcou o fim da guerra.

 Acordo de Roma

– Olindo Munhunha, desempregado

 Comemora-se o dia da paz. Assinou-se o Acordo Geral da Paz em Roma, entre o Governo moçambicano e a Renamo, em 1992. Em termos práticos esse evento significou a paz para o povo moçambicano. Mas neste momento a paz não é eficaz devido ao conflito armado que está a acontecer em Cabo Delgado.

 Fim da guerra

– Elias Absalão, negociante

 Neste dia foram assinados os acordos de paz, depois da guerra dos 16 anos. Se não me falha a memória, os acordos foram assinados pelo Presidente Joaquim Chissano e pelo líder da Renamo Afonso Dhlakama. Com a assinatura desses acordos os partidos políticos pararam de lutar pelo poder.

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