UM OLHAR SOBRE AS PREOCUPAÇÕES DOS RELIGIOSOS

Assisti, há dias, parcial e “virtualmente” a um encontro que a senhora ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos (MJCR) promoveu com diferentes dirigentes de organizações religiosas.

Pode ser (não tenho dúvida) que algum dos meus leitores (principalmente os dirigentes religiosos) torça o nariz com o que vou dizer – mas paciência: pessoalmente não gostei da posição dos religiosos. Reivindicar o regresso urgente das multidões para os “apriscos” do SENHOR. Parece-me que a preocupação dos nossos dirigentes religiosos é pelo longo tempo que os separa de nós outros (crentes). Então pus-me a pensar cá comigo: o novo coronavírus (ou covid-19) trouxe ao de cima todas as fraquezas humanas, entre manchas e mazelas, incluindo daquelas pessoas que, imbuídas de uma fé, demonstram desconfiança nos caminhos do Arquitecto do Universo. Será mesmo somente pela longa separação física connosco? Enquanto nós outros estamos preocupados com o futuro dos nossos netos que está comprometido, os nossos dirigentes religiosos estão preocupados com os crentes (com as velhas) que não vão às mesquitas, às igrejas, aos templos e às sinagogas, esquecendo-se que esses (nós outros) temos a nossa fé inabalável dentro de nós e cada um de nós, estando ou não dentro de uma casa de oração, o nosso destino já está traçado. Ao passo que o futuro estudantil dos nossos filhos e netos, esse está comprometido. Não estão os nossos dirigentes religiosos preocupados com isso, principalmente? Como ousam estes nossos dirigentes religiosos questionar a decisão Divina, pois Ele disse um dia pela voz do Profeta: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jeremias 29:11). Irmãos dirigentes religiosos, temos de ter um pouco de paciência. Leia mais...

Por Kandiyane Wa Matuva

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